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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012

Liberdade - Carlos Marighella

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Liberdade


Não ficarei tão só no campo da arte, e, ânimo firme, sobranceiro e forte, tudo farei por ti para exaltar-te, serenamente, alheio à própria sorte.
Para que eu possa um dia contemplar-te dominadora, em férvido transporte, direi que és bela e pura em toda parte, por maior risco em que essa audácia importe.


Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma, que não exista força humana alguma que esta paixão embriagadora dome.
E que eu por ti, se torturado for, possa feliz, indiferente à dor, morrer sorrindo a murmurar teu nome"

Por Carlos Marighella
São Paulo, Presídio Especial, 1939

Alain Badiou: "O comunismo é a ideia da emancipação de toda humanidade"

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Guia: Como reconhecer um direitista enrustido?

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Por André Lux, jornalista e crítico-spam (de esquerda)


Inspirado pelo texto do jornalista Leandro Fortes (clique aqui para ler), resolvi fazer uma listinha básica com dicas para quem quer aprender a identificar um direitista enrustido. Porque, como bem sabemos, ninguém tem coragem de admitir que é de direita no Brasil, mas prestando atenção aos discursos e atitudes das pessoas fica fácil identifica-los.

Vamos lá:

1) Como bem apontou Fortes, o direitista enrustido costuma bradar que odeia política e políticos em geral e que “não existe esse negócio de direita e esquerda”. Mas, na prática, é diferente. O cara vota no Maluf, em alguém do PFL, do PSDB ou em qualquer um que for o anti-petista ou anti-esquerdista da vez. Se Adolf Hitler em pessoa ressuscitar e chegar ao segundo turno contra Marta Suplicy, por exemplo, adivinhem só em quem ele vai votar?

2) Eles adoram xingar os abusos da Telefônica, da CPFL e os pedágios caríssimos das estradas. Enquanto você concorda, são só so…

Enquanto a Vida passa...

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"De que me adianta fingir viver enquanto a vida passa?  Finge viver quem tem olhos, ouvidos e boca, mas, diante da injustiça social, da desigualdade, das condições inumanas em que alguns vivem, se calam e nada fazem, esperando que outros lutem por eles mesmos, já que um dia aquilo que seus olhos testemunham diante de sua boca silente: o alcançará.   
Posso morrer a qualquer momento.  Mas quem finge viver, já morreu enquanto a Vida passa..."

(Paulo da Vida Athos)

Baltasar Garzón e a armadilha da Transição espanhola

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