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Mostrando postagens de Dezembro, 2009

Não tente mudar seu amor...

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Minha amiga,

Que posso desejar na vida de uma mulher-menina, que não seja amor, muito amor?

Sim, é isso! Que sejam dias e meses de amor todo o novo tempo que breve será inaugurado em sua vida; que esse novo ano tenha um nome: amor.

E que você viva esse amor, de forma vívida e farta, e que dele não se farte nunca e que ele jamais lhe falte.

E, não tente mudar nada.

Ao tentarmos mudar o objeto de nosso amor, ele deixa de ser o que o nosso amor amou e então pode ser desamado, independente de nossa vontade.

Faça isso. A passagem do tempo não muda o amor.

Nós o fazemos.

E, nem sempre é o melhor...

Beijos!

VIVER NÃO É PRECISO...

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Unidade de Polícia Pacificadora, UPP : um facho de luz em 2009

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Um facho de luz em 2009, para 2010... 11... 12... 13...
O ano de 2009 vai se esvaindo no céu do tempo, é seu ocaso. Não sinto muito orgulho da história que escrevemos nele.A humanidade tem muito pouco para sentir orgulho do legado que a 2009 emprestamos.Sim, nós o fizemos.Nós escrevemos a história que nele inserimos, na página de cada dia, compondo coletivamente os títulos e subtítulos, as semanas e os meses, de mais um tomo da história que nós, independente de credo e de raça, quer por ação, quer por omissão, escrevemos juntos. Fica muito fácil culpar o ano que finda, que não pode se defender, por todas as culpas do homem.Mas o ano nada faz que obedecer a marcha do tempo, com todas as suas estações, desde o tempo em que não nos preocupávamos com a camada de ozônio e Copenhagen era, na minha infância, sinônimo do melhor chocolate que existia.Essa marcha é marcada ora pelo homem através de sua atuação no mundo exterior, no ambiente em que vive, alterando-o ora para melhor ora para pior;…

CHINA EXECUTA PENA DE MORTE CONTRA BRITÂNICO

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URUMQI, China, 29/12/2009 - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, se declarou nesta terça-feira perplexo com a execução na China de um britânico preso por trafico de heroína. Em resposta, Pequim defendeu o seu sistema judicial. Parentes de Akmal Shaikh, de 53 anos, e o governo britânico haviam implorado clemência, argumentando que o ex-empresário sofria de transtorno bipolar e depressão maníaca. A Suprema Corte chinesa rejeitou o apelo, dizendo haver provas insuficientes de doença mental. Brown condenou "nos termos mais fortes" a execução. "Estou perplexo e desapontado por nossos persistentes pedidos de clemência não terem sido atendidos", disse ele em nota divulgada pela chancelaria britânica. "Estou particularmente preocupado por nenhuma avaliação mental ter sido realizada." Jiang Yu, porta-voz da chancelaria chinesa, reagiu dizendo que "ninguém tem o direito de falar mal da soberania judicial da China". "Manifestamos nossa forte ins…

RIO DE JANEIRO: TAXA DE LUZ É APAGÃO MORAL

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RIO, 18/12/2009 - As duas sessões na Câmara de Vereadores que aprovaram a nova taxa de iluminação pública no Rio de Janeiro foram canceladas nesta quinta-feira, em caráter liminar, pela juíza Georgia Vasconcellos da Cruz, da 7ª Vara de Fazenda Pública. Ela acolheu uma ação cautelar que alega que as sessões não foram comunicadas à população, como manda o regimento interno da Câmara. Segundo o advogado Victor Rosa Travancas, autor da ação, o projeto foi incluído na ordem do dia sem prévia comunicação no Diário Oficial, ferindo o princípio da publicidade, previsto na Constituição. - Os cidadãos interessados não sabiam com antecedência da data da votação e os vereadores, mesmo percebendo o erro, aprovaram o projeto - argumentou o advogado, que agora pretende entrar com uma ação popular contra a Câmara e a prefeitura. Na decisão, a juíza afirma que houve ofensa ao artigo 181 do regimento interno, ao se permitir que um "projeto de lei instituidor de tributo de constitucionalidade duvid…

HUMAN RIGHTS WATCH: O BRASIL QUE MATA

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Brasil: combata a violência policial no Rio e em São Paulo

Execuções extrajudiciais comprometem a segurança pública

Rio de Janeiro, 8 de dezembro, 2009

Policiais do Rio de Janeiro e de São Paulo recorrem à força letal de forma rotineira, frequentemente cometendo execuções extrajudiciais e exacerbando a violência nos dois estados, afirmou a Human Rights Watch em relatório lançado hoje.

O relatório de 134 páginas, "Força Letal: Violência Policial e Segurança Pública no Rio de Janeiro e em São Paulo", examinou 51 casos nos quais policiais teriam executado supostos criminosos reportando em seguida que as vítimas haviam morrido em tiroteios enquanto resistiam à prisão.

As polícias do Rio e de São Paulo juntas matam mais do que 1.000 pessoas por ano em supostos confrontos. Embora alguns desses casos de homicídios cometidos pela polícia após suposta "resistência" sejam atos de legítima defesa, muitos outros são execuções extrajudiciais, concluiu o relatório.

"A execução ex…