sábado, 22 de janeiro de 2011

A TRAGÉDIA DO RIO DE JANEIRO


LaerteBraga*

Não existe estado em qualquer lugar do mundo que possa sobreviver, ao longo dos anos, a governadores como Chagas Freitas (dois mandatos), Moreira Franco, Marcelo Alencar, Anthony e Rosinha Garotinho e agora Sérgio Cabral.

Se tomarmos como referência o ano de 1960, transferência da capital federal para Brasília e depois o de 1975, fusão com o antigo estado do Rio de Janeiro, preservando este nome, há uma longa história que hoje culmina numa tragédia de dimensões dramáticas, esta de 2011, trinta e seis anos após a fusão imposta arbitrariamente pela ditadura militar.

Negrão de Lima
Uma das primeiras tentativas de planejamento urbano no País, exceto cidades como Goiânia, Belo Horizonte e Brasília, foi feita pelo ex-prefeito da antiga capital federal, Francisco Negrão de Lima, mineiro de Nepomuceno (não confundir com São João Nepomuceno) e que havia sido ministro de Vargas, de JK e foi prefeito designado pelo próprio JK.

Diplomata de carreira, Francisco Negrão de Lima criou a SURSAN (Superintendência de Urbanismo e Saneamento), voltada para projetos de médio e longo prazos, já na preocupação de pensar a cidade do Rio de Janeiro como cidade/.estado (1956/1958).

Um “novo Rio” foi pensado pela SURSAN e boa parte começou a ser executada no governo de Carlos Lacerda, primeiro governador eleito da nova unidade da Federação (foi eleito em 1960, com mandato de cinco anos). A expressão NOVO RIO, inclusive, foi usada por Lacerda para caracterizar as obras que realizou. À sua característica de extrema-direita e golpista, juntou a de engenheiro de obras prontas, ou planos prontos.

O antigo estado do Rio de Janeiro, feudo da família Amaral Peixoto, desde a morte de Roberto da Silveira, em 1961, foi vítima de governadores indiretos (nomeados pela ditadura) até a designação do almirante Floriano Peixoto Faria Lima (1975/1979) para implantar e consolidar a fusão com a antiga capital federal, a cidade/estado da Guanabara.

Chagas Freitas
O primeiro governador eleito (indiretamente) desse novo estado, o que resulta da fusão RIO/GUANABARA foi Chagas Freitas, um político oriundo do ademarismo (uma das primeiras escolas do malufismo no Brasil), ligado ao ex-governador paulista Ademar de Barros e ao seu partido PSP – Partido Social Progressista.

Chagas Freitas foi um exemplo do fisiologismo político discreto, mas pleno e absoluto, e o único governador do antigo MDB em meio a governadores indiretos (eleitos pelas assembléias depois de indicados pela ditadura), já que a antiga Guanabara rejeitou, desde os primeiros momentos do golpe, a ordem fascista dos militares que se seguiram à deposição de João Goulart – Jango.

Um período sombrio e de barbárie na história do Brasil.

Carlos Lacerda
Quando governador eleito da Guanabara, em 1965, contra Carlos Lacerda e a ditadura militar (nas últimas eleições diretas até 1982 por obra e graça da ditadura), Negrão de Lima enfrentou tragédia de dimensões menores, mas proporcionalmente iguais às de hoje na cidade do Rio de Janeiro. O primeiro mês de mandato, o primeiro ano de governo.

Botou a mão na massa, retomou os projetos da antiga SURSAN – Lacerda havia tido um delírio com um “negócio” chamado DIOXIADIS – e de lá até o governo de Leonel Brizola, já no novo estado, nenhuma obra mais – a exceção das cosméticas – foi realizada na cidade do Rio de Janeiro, agora capital e no estado do Rio de Janeiro.

Negrão de Lima (Guanabara) e Leonel Brizola (Rio de Janeiro) foram os únicos governadores a priorizarem, cada um a seu tempo e cada qual com sua realidade, questões como meio-ambiente, saneamento, obras de contenção em encostas, todo o conjunto de atribuições do poder público para evitar o que aconteceu neste ano de 2011.

No caso específico de Brizola, a urbanização de favelas levou a GLOBO a acusá-lo de aliança com o tráfico. O mau caratismo da GLOBO tem dez mil anos como diria Nélson Rodrigues sobre o gol de Emerson na final do campeonato brasileiro do ano passado.

Sergio Cabral
Sérgio Cabral, reeleito ano passado, por exemplo, das verbas destinadas para obras de contenção de encostas, preservação ambiental e saneamento, passou 24 milhões à Fundação Roberto Marinho (arapuca da máfia MARINHO - GLOBO para fugir de impostos e fingir que ajuda). Para que e por que ninguém sabe ao certo, mas não é incorreto concluir que o dinheiro tinha e teve a finalidade de fazer um mimo na mais poderosa rede de comunicações do País e ganhar apoio à sua candidatura à reeleição.

Se morreram até agora 630 pessoas por conta da incúria de governos estaduais e municipais e do próprio homem em relação à natureza, do ponto de vista da GLOBO e dos Marinho isso significa uma baita audiência.

Transformaram a tragédia em espetáculo.

Apropriaram-se da dor das pessoas, mentiram e mentem como no caso do desentendimento que não houve entre a Cruz Vermelha e a Prefeitura de Teresópolis, é possível até que tenha existido uma tabela extra para comerciais inseridos durante as transmissões especiais diante dos custos das mesmas.

Não são humanos, nunca foram.

Marcelo Alencar
O governo federal sistematicamente tem repassado verbas ao estado do Rio para obras nessa direção. Tais verbas sistematicamente prestam-se a demagogia de governantes (Marcelo Alencar sumiu com o dinheiro da despoluição da baía da Guanabara e Garotinho idem) e a decretos de luto oficial quando as tragédias ocorrem.

O protocolo da hipocrisia.

Orçamentos estaduais e municipais, cada qual dentro de suas possibilidades, têm incluído verbas para projetos visando a realização de obras necessárias a evitar que aconteça o que aconteceu em várias cidades do estado do Rio e de outros, como Minas e São Paulo (o primeiro, estado sob governo de um desvairado por oito anos – Aécio – e agora um alucinado Anastasia. São Paulo sob governo tucano desde a primeira eleição de Mário Covas, em 1994.)

A soma de recursos dos três níveis de governo, os contratos firmados com agências nacionais e internacionais de financiamento para projetos voltados a esse fim, prevenção de tragédias como a que está acontecendo, foi suficiente para que nada disso tivesse acontecido. Ou essa proporção de calamidade fosse menor, até na prevenção, como aconteceu na Austrália, onde as famílias em meio a enchentes as maiores da história do país fossem retiradas a tempo.

Em Cuba, antes da passagem do furacão Katrina o governo evacuou uma cidade inteira e apenas uma morte foi registrada.

Os governantes aqui é que foram e são incompetentes e corruptos. Uma ou outra coisa, ou as duas ao mesmo tempo.

Aldo Rebelo
Aldo Rebelo, que dizem ser comunista, nas mãos dos latifundiários, quer um novo Código Florestal que abra as florestas ao latifúndio, ao agronegócio, em parceria com o deputado Vacarezza, do PT. Líder da bancada, que, nas mãos da Monsanto, quer a semente conhecida como TERMINATOR em nossa agricultura, acentuando sua dependência a grupos e empresas estrangeiras e cedendo terras brasileiras a essas quadrilhas, numa proporção que afeta a soberania nacional, a integridade de nosso território.

Não há política voltada para o saneamento, para o meio-ambiente, existem operações cosméticas e demagogia em cima do sofrimento e da dor das vítimas desse tipo de desdém.

Criminoso, desdém criminoso.

A cidade é a realidade imediata de cada um de nós. É na cidade que nascemos, crescemos, nos formamos, constituímos nossas famílias, vivemos o dia a dia e na cidade é que terminamos esse dia a dia, mas que se estende aos que geramos.

Nossos governantes pensam em termos de um ou dois mandatos, um ou dois períodos de “grandes negócios”.

Roberto Marinho
A primeira lição que a tragédia nos traz é a da imperiosa necessidade de canais de participação popular, com caráter deliberativo, de fiscalização, para impedir que governos doem dinheiro público a fundações como a Roberto Marinho, disfarce, fachada de uma das maiores máfias do País.

Ou legalizem a casa, em área proibida, de um apresentador de tevê – Luciano Huck – porque cliente do escritório de advocacia da mulher do governador.

Não se pode permitir que o projeto de “reconstrução” das cidades destruídas pelas chuvas fique restrito a prefeitos e vereadores (câmaras municipais são uma aberração, conselhos de cidadãos substituem-nas e dão representatividade real aos habitantes da cidade, de cada cidade).

Do contrário vira uma festa de empreiteiras e todo o entorno dessas organizações criminosas, sob a batuta de prefeitos sem rumo e/ou corruptos.

Evo Morales
Quando Evo Morales, presidente da Bolívia, disse a propósito de um comentário sobre os bolivianos serem “pobres”, que “dizem que somos pobres, mas não somos pobres não, somos indígenas” – o povo boliviano em sua maioria é indígena – estava dizendo que os cidadãos são capazes de construir sua realidade em cima de estruturas que permitam a existência, a coexistência e a convivência em bases dignas e humanas, mantendo suas culturas, tradições, a realidade de cada povo.

Não há necessidade de uma loja da rede McDonald’s em cada cidade do mundo para que todos possam ser felizes.

E se temos uma realidade brasileira, temos uma realidade fluminense, uma realidade de Teresópolis, outra de Petrópolis, outra de Friburgo e assim por diante. Cada uma em seu contexto, em seus limites. Todas com pontos de semelhança, lógico, somos uma nação.

Somos um todo, mas somos partes também.

A tragédia do Rio de Janeiro vai se repetir dentro de mais alguns anos. Com certeza. Neste momento, a mídia está preocupada com o espetáculo. A GLOBO já está preocupada com a demora em esgotar o assunto, isso pode afetar a audiência do BBB-11 e o “drama” sobre determinada sister ser ou não transexual; e os governos em se mostrarem “presentes” numa realidade que é viva e cruel por conta de suas ausências.
BBB-11


Ou o povo das cidades atingidas, de todas as cidades brasileiras toma o destino de cada uma de suas cidades, nossas cidades, em nossas mãos, ou tudo vai continuar como farsa, se repetindo indefinidamente de tempos em tempos.

E é assim que vamos construir uma política ambiental, que envolva saneamento, obras básicas de contenção de encostas, preservação de áreas que implicam riscos, nas cidades, nos estados e no Brasil.

Do contrário, em breve, estaremos afogados nos “negócios” dos que ganham com tragédias como essa.
*Especial para o jornal Jornal O Rebate


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

MacBook Pro X MacBook Aluminium a partir de final de 2009

Análise do Portátil Apple MacBook Aluminium


Atualmente a Apple introduz um MacBook Pro de 13.3" com o novo MacBook Aluminium. Em contraste com seu irmão mais velho, este menor portátil de consumidor também não tem uma placa de vídeo dedicada nem FireWire nem slot ExpressCard. Nesta análise você descobrirá se este novo design de portátil é recomendado.

Apple MacBook Aluminium 2008

Case

O novo Aluminium MacBook é o ansiosamente esperado sucessor do Powerbook 12". Seu design segue o design do maior MacBook Pro e dos modelos top das séries Apple MacBook cria uma nova categoria de qualidade. De fato, o Aluminium MacBook é quase um MacBook Pro 13.3". O design se baseia no do MacBook Air e estabelece padrões em design e acabamento.

Especialmente a coberta redondeada da tela lembra muito o MacBook Air. Também o botão de energia e o teclado são os mesmos. Os únicos contrastes com o case de alumínio são a tela com borda preta (coberta por cristal) e a coberta preta de plástico da dobradiça (para garantir a recepção de WLAN e Bluetooth).

O case completamente feito de alumínio tem excelentes haptics e parece ser de muito boa qualidade. A coberta da tela foi melhorada e fecha perfeitamente (um ponto de crítica do antigo modelo MacBook Pro), porque utiliza o mesmo mecanismo de fechamento o qual era novo no MacBook Air. O fecho magnético funciona perfeitamente e segura a tela com firmeza suficiente se for fechada. As brechas entre as partes também são precisas e uniformes.

Somente o visual do “antigo” Magsafe socket (eu sei, como nos velhos tempos) não combina com o novo visual deste portátil Apple.

Resumindo, o MacBook foi claramente melhorado pelo novo design e o novo processo de produção, o qual usa somente um bloco de alumínio e com isto é claramente melhor que o já bom modelo predecessor (em branco e preto).

Conectividade

Como até agora a Apple coloca todas as interfaces no lado esquerdo do case. A Apple reduziu ainda mais a já reduzida quantidade de interfaces dos MacBooks de plástico pretos e brancos. É em vão procurar por um porto FireWire no novo modelo. Comparado com o MacBook Pro um slot ExpressCard também falta.

O novo mini DisplayPort substitui o mini porto DVI do modelo antigo e é claramente mais vantajoso graças à resolução máxima mais alta de 2560x1600. Porém, você também precisa adicionar mais custos para um adaptador de tela (VGA, Vídeo, DVI), porque a Apple não fornece nenhum.

Como no MacBook Pro você sentirá falta especialmente do porto dockingstation, o qual ajudaria a conectar todos os periféricos facilmente em casa ou no escritório.

Lado Frontal: MacRemote Irda, LED Indicador
Lado Frontal: MacRemote Irda, LED Indicador
Lado Esquerdo: MagSafe (força), LAN Gigabit, 2x USB 2.0, Mini DisplayPort, Line-In (análoga / ótica), Fones e Saída (análoga / ótica), Kensington Lock, LEDs indicadores de Bateria
Lado Esquerdo: MagSafe (força), LAN Gigabit, 2x USB 2.0, Mini DisplayPort, Line-In (análoga / ótica), Fones e Saída (análoga / ótica), Kensington Lock, LEDs indicadores de Bateria
Lado Direito: Superdrive (DVD RW Drive)
Lado Direito: Superdrive (DVD RW Drive)

O software fornecido consiste da mais nova versão do sistema operativo Mac OS, isto é, Mac OS 10.5 Leopard, e as aplicações suite iLife 2008. Com isto o iniciante está, de fato, preparado para todas as aplicações padrão.

Por defeito a Apple estende uma garantia de 12 meses. Esta pode ser diretamente ampliada para 36 meses por um acréscimo de 349.- Euros (incluído o suporte) na Apple. São 90.- Euros menos que pelos modelos MacBook Pro. Aparentemente a Apple confia mais na nova construção que na antiga ou a Apple reagiu à reprovação nos altos preços das garantias. Na Áustria o revendedor de especialidades, McShark oferece uma solução mais barata com a geniuscard, que custa 149 Euros (99 Euro para estudantes). Porém, esta garantia é válida somente na Áustria (isto é, o portátil deve ser comprado em um revendedor McShark).

Dispositivos de Entrada

Teclado de teclas individuais

O novo teclado do MacBook Pro também se baseia na pesquisa feita ara o MacBook Air e é o mesmo que o do novo teclado do MacBook Pro aluminium. As teclas agora são
diretamente embutidas no case e têm um retorno claro e suave. Semelhante ao MacBook Pro também o MacBook possui teclas iluminadas por baixo. Devido a que a unidade do teclado está fixada firmemente ao chassi inteiro as teclas estão firmemente embutidas no case e não fazem barulho. Também não recua graças à carapaça de alumínio. Comparado com o parecido teclado do MacBook Air, o retorno das teclas pareceu ser um pouco mais suave no nosso teste.

A estrutura do teclado da Apple é muito boa para o Mac OS X. No nosso teste estivemos possibilitados de digitar imediatamente, sem problemas. As teclas do cursor se mantiveram pequenas (o que é especialmente inconveniente para os jogadores) e também a pequena tecla enter.

Como sempre, devemos avisar aos usuários que deixam o Windows PC. A estrutura é otimizada para o Mac OS X e caracterizada por ser pouco etiquetada (isto é, as etiquetas para os seguintes caracteres estão faltando: '[]|{}' ). Portanto, você terá que encontrá-los fazendo várias tentativas.
Se você gosta mais deste teclado ou do teclado do antigo MacBook depende de suas preferências individuais.

O novo trackpad de vidro

Uma das maiores inovações é o novo trackpad feito de vidro sem botões de touchpad dedicados. A Apple melhorou com sucesso as já muito boas propriedades de deslizamento mais uma vez. A superfície de vidro obviamente dá resultados, mesmo que não pareça de vidro. Utilizar a funcionalidade multitouch também é muito fácil e intuitiva. Comparada com o predecessor a funcionalidade foi ampliada por algumas funções que requerem de quatro dedos (alternação de expor e tarefas por defeito), o que com certeza precisa de algum tempo para se acostumar.

Os designers da Apple criaram um touchpad completamente interativo (de fato, somente 4/5 porque é um interruptor), porque o botão foi omitido por uma área maior de touchpad. Como a um dedo da borda superior, o touchpad pode ser clicado como um botão (não só o tab-click, que todos os touchpads podem). Resultou que o novo trackpad pode até ser utilizado da forma tradicional (como se o botão ainda estivesse na parte inferior).
Resumindo, o já muito bom touchpad foi melhorado e provavelmente pode ser chamado o melhor touchpad hoje em dia. Uma exceção é o touchpad do novo MacBook, que é, de fato, idêntico ao do MBP.

small cursor keys
pequenas teclas do cursor
excellent glass touchpad
excelente touchpad de vidro (foto: Apple)

Tela

Durante o re-planejamento do MacBook a Apple agora também equipa os modelos menores com iluminação de fundo de LEDs. A vantagem é que a tela brilha imediatamente depois de ligar e que o brilho se mantém o mesmo durante todo o ciclo de vida. Além disso, o brilho máximo melhorou claramente comparado com o antigo modelo MacBook (que ainda está disponível). (178 cd/m2 vs. 300 cd/m2 no meio da tela).

Como o seu irmão mais velho, o MacBook Pro 15", e o iMac, também o MacBook possui uma vidraça estável e a prova de riscos na frente da tela, que se estende sobre a borda preta. Isto leva a um visual homogêneo. Como em modelos antigos, a tela é “brilhosa” e reflete. Porém, o brilho é suficiente para trabalhar em ambientes claros sem grandes problemas.

Nossas medições mostram uma iluminação moderada de 76% e um valor de escuridão relativamente alto de 1.67 cd/m². O ultimo dá um contraste claramente pior que o MacBook Pro e com isto, cores menos fortes. Apesar de tudo, nossa impressão pessoal foi que as cores são bastante boas. As cores de pele também pareceram como na realidade.







301
cd/m²
318
cd/m²
301
cd/m²

289
cd/m²
305
cd/m²
281
cd/m²

256
cd/m²
268
cd/m²
234
cd/m²





Informações
Máximo: 318 cd/m²
Médio: 283.7 cd/m²
iluminação: 74 %
Preto: 1.67 cd/m²
Contraste: 183:1
Distribuição do brilho

Os ângulos de visão são marginalmente piores que os do MacBook Pro, mas mesmo assim não restringem muito o usuário. A velocidade de reação também foi subjetivamente boa, porque não houve quase nenhuma intermitência.

Ângulos de visão do MacBook vs. MacBook Air
  • Viewing Angles of MacBook versus MacBook Air
  • Viewing Angles of MacBook versus MacBook Air

Desempenho

Outra grande mudança (exceto pelo case de alumínio de uma só peça) é que este portátil utiliza o novo chip set Nvidia GeForce 9400M. Este é um chip de vídeo de memória compartilhada, que utiliza 256 MB dos velozes DDR3 RAM sob Mac OS X. De acordo com a Apple esta mudança resulta em um desempenho ate cinco vezes melhor que a antiga GMA X3100. No teste Cinebench OpenGL o novo MacBook foi ao redor de 2.3 vezes mais veloz (quase 2000 pontos pelo antigo MacBook preto). Em muitos jogos (a Nvidia listou, por exemplo, Call of Duty 4) deve ser possível, de fato alcançar um aumento de desempenho de 5x. Portanto, o desempenho desta solução gráfica é quase tão alto quanto o de soluções gráficas com memória dedicada de nível básico (como a GeForce 9300M GS). Jogos atuais como, Spore, deveriam, portanto, se executar perfeitamente em detalhes baixos (isto não acontece com jogos exigentes como Crysis).

O CPU não foi tão rigorosamente atualizado. O Core 2 Duo P8600 integrado funciona à mesma freqüência que o T8300 no antigo modelo top MacBook, isto é, a 2.4 GHz. A única mudança é que a freqüência do frontside bus foi incrementada a 1066 MHz (de 800 MHz). Portanto, o CPU é marginalmente mais veloz. Além disso, este CPU é produzido em tecnologia de 45 nm, e, portanto, demanda menos energia (máx. 25 Watt TDP).

Cinebench R10 Comparison MacBook / MacBook Pro (old and new)
Cinebench R10 Comparison MacBook / MacBook Pro (old and new)

O desempenho total deste sistema está perto do desempenho do pequeno modelo MacBook Pro quando esteja executando aplicações que não demandam muito poder gráfico. O veloz CPU Core 2 Duo e o chip gráfico 9400M são suficientemente velozes para aplicações padrão como navegar pela internet, office, edição de imagens, ou vídeos (até HD).

No benchmark Xbench o resultado é um pouco mais baixo como era esperado, porque o exemplar de teste alcançou surpreendentemente somente 14 pontos no teste UI (esperamos acima de 200). Desafortunadamente não havia tempo suficiente para descobrir por quê. Com isto, a pontuação total deveria ser levemente menor que a do MacBook Pro com gráficos active 9400M.

Comparação Benchmark XBench - Nota: Provavelmente há um erro no teste UI do novo MacBook. A pontuação total e a pontuação UI são claramente mais baixas como esperávamos.
Comparação Benchmark XBench - Nota: Provavelmente há um erro no teste UI do novo MacBook. A pontuação total e a pontuação UI são claramente mais baixas como esperávamos.
Cinebench R10

ConfiguraçõesValor

Shading 32Bit5177 Points

Rendering Multiple CPUs 32Bit5528 Points

Rendering Single 32Bit2817 Points

O disco rígido embutido de 250 GB somente funciona a uma velocidade de 5,400 rpm e, portanto, é mais silencioso que discos rígidos com 7,200 rpm. No teste Xbench 1.3 HDD estes dispositivos de armazenamento massivos alcançaram uma velocidade de gravação máxima de 59 MB/seg. (velocidade de leitura 54 MB/seg.). Com isto, em media, é bom (os discos rígidos atuais mais velozes, que analisamos até agora, alcançaram 90 MB/seg) e é marginalmente pior que o disco rígido de 320 GB no MacBook Pro (63 bzw. 58 MB/s).

Emissões

Temperatura

O exemplar de teste funcionou sem grandes interrupções por mais de um dia, mas sem muita carga de trabalho (protetor de tela ou clientes na loja McShark, porque o exemplar de teste é um objeto de demonstração). Imediatamente antes de medir a temperatura, executamos o Cinebench R10 e o XBench.

Os resultados das medições foram muito positivos. Especialmente as áreas de apoio das palmas se mantiveram com 28°C muito frias. Isto é por causa que a bateria está na parte frontal. A temperatura máxima medida de 35.4°C (no lado inferior) também não pode ser chamada de quente.

De qualquer forma, a temperatura pode ser mais alta em ambientes quentes e se funciona sob carga de trabalho total por um longo tempo.

Load






38.7 °C39.3 °C28.8 °C

34.6 °C33.8 °C28.3 °C

27.9 °C27.5 °C27.1 °C












29.2 °C34.0 °C35.4 °C

28.4 °C31.0 °C32.2 °C

27.7 °C27.7 °C27.8 °C






Máximo: 39.3 °C
Médio: 31.8 °C

Máximo: 35.4 °C
Médio: 30.4 °C
Temperatura do quarto 22 °C

Ruído do Sistema

Devido a que o teste foi feito em um ambiente bastante barulhento, nós não temos medições precisas. Durante nosso longo teste de várias horas que executamos este portátil a maior parte do tempo com a placa de vídeo 9400M e não pudemos ouvir o ventilador funcionando. Isto coincide bem com os outros portáteis da Apple, que também são muito silenciosos a menos que funcionem sob alta carga de trabalho por um longo tempo. De qualquer forma, os ventiladores da Apple são conhecidos por se tronar em pequenas turbinas sob alta carga de trabalho. Porém, em operação padrão tais períodos serão raros.

Alto-falantes

Em contraste com o MacBook Pro, os alto-falantes emitem seu som através das aberturas de ventilação na sua parte posterior, portanto, seu som e levemente pior. Devido à mesma razão acima (veja ruído do sistema), nós somente podemos fornecer uma avaliação detalhada com o próximo exemplar de teste.

Duração da Bateria

De acordo com a Apple a duração da bateria é de até cinco horas. No nosso primeiro teste pudemos acessar a Internet via WLAN por um pouco mais de 4 horas sem precisar recarregar. Este é um bom valor e sobre a duração da primeira geração Core 2 Duo (o predecessor direto deve ter uma marginalmente melhor duração). Isto se deve à bateria de Lithium Polymer dentro deste portátil somente tem a capacidade de 45 Wh, enquanto a geração antiga tinha uma bateria de 55 Wh.

Estes são bons valores para um portátil fino, leve e potente, os quais são comparáveis com a duração de uma bateria do MacBook Pro (com chip gráfico integrado). Desafortunadamente, a Apple não oferece nenhuma bateria com maior capacidade.

Mac OS X Switcher

Como todos os produtos da Apple, os que mudam para o Windows devem estar advertidos que o Mac OS X segue alguns conceitos diferentes. Se você é iniciante em PCs provavelmente o conceito Macintosh bem pode ser mais fácil de aprender. Informação detalhada está disponível na nossa análise de longo prazo do Mac Book Pro. Uma coisa importante primeiro, os programas de Windows somente funcionam sob o Mac OS X com Windows pré-instalado (via emulação) ou em um sistema multi-boot se você fizer o boot desde a partição do Windows.

Veredicto

O novo MacBook, sem dúvida, é um sucesso. O novo case de uma só peça convence pelo acabamento, design, e estabilidade. Além disso, gostamos do excelente trackpad feito de vidro e o desempenho gráfico do 9400M (atualmente, o chip gráfico integrado mais veloz). Embora o desempenho nas aplicações não tenha melhorado realmente, se mantém em um nível alto.

Uma desvantagem é o medíocre equipamento de interfaces. Achamos que a Apple pode ter feito isto de propósito, assim o MacBook não compete muito com o MacBook Pro.

Também gostaríamos de uma versão com tela matte desta brilhante tela, porque isto evitaria reflexos em ambientes claros.

Comparado com o antigo modelo MacBook, o portátil Aluminium parece ser de maior valor com claridade. Considerando os valores de testes, está mais perto do MacBook Pro de 13" e um notável sucessor do Powerbook de 12", o qual não está no mercado há muito tempo.

Resumindo, o novo MacBook é uma alternativa muito interessante do MacBook Pro de 15". Graças ao seu menor tamanho sem dúvida possui maior mobilidade, além disso, é mais barato e exceto pelo desempenho gráfico opcional do 9600M GT (trocável no Pro) comparavelmente mais veloz. Além disso, também o pequeno MacBook Air é um sério concorrente do novo MacBook Aluminium.

MacBook Pro versus MacBook - Comparado com o MacBook Pro, o MacBook somente não tem o segundo, placa de vídeo mais potente, FireWire 800, e um slot ExpressCard.
MacBook Pro versus MacBook - Comparado com o MacBook Pro, o MacBook somente não tem o segundo, placa de vídeo mais potente, FireWire 800, e um slot ExpressCard.

Muito obrigado à companhia McShark Multimedia AG (especialmente à loja em Linz), que gentilmente nos permitiu testar o novo modelo MacBook Pro em detalhe. Como todos os outros portáteis da Apple também o MacBook está disponível em todas as lojas de McShark.

Fonte NotebookCheck

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