quarta-feira, 11 de junho de 2014

Democracia refém da mídia


Democracia refém da mídia.

Hoje o portal G1 da família Marinho, dona da Rede Globo que lidera a oposição ao governo federal, mostra todo despudor e o desserviço ao jornalismo e à nação brasileira. Anuncia em letras garrafais, na página inicial, que "Copa terá metade da mobilidade prometida", para, logo depois, em letras menores, dizer, como se isso fosse sem solução, e um grande dano, que "levantamento feito pelo G1 nas 12 cidades-sede mostra que, na véspera do Mundial, das 87 obras, 14 foram inauguradas com pendências e 33 devem ficar prontas depois". Ora, isso lá é notícia ruim???? A chamada deveria ser: "Nas 12 cidades-sede de jogos da Copa, da 87 obras de mobilidade 14 já estão prontas com pendências, mas em uso, e 74 (pois esse é o resultado correto do cálculo, não 33), vão ( e não, "devem") ficar prontas depois. Isso tem nome: golpismo midiático, falta de ética, despudor. A obrigação do jornalismo é informar. Não pode deturpar para truncar a informação em desfavor de quem quer que seja. Isso não é jornalismo, é sabotagem contra o governo e contra o povo através de manipulação da informação para prejudicar o PT, Dilma e sua reeleição. É preciso que o governo, que o PT e sua militância denuncie isso, sempre. Aliás, é preciso que a militância Cobre do governo, dos políticos, dos deputados federais e senadores, a regulação da mídia aos moldes do que foi feito na Argentina, na Inglaterra e em outros países do mundo. Não se pode considerar normal que um grupo da elite desse país use uma concessão pública, como a TV aberta, fechada, ou emissoras de rádio, para usar de práticas golpistas contra um governo legitimamente eleito pelo povo, que fez mais pelo povo, em cerca de uma década, mais que todos em todo o passado político da nação. Em nosso caso, regular a mídia não é violar a liberdade de expressão. A liberdade de expressão não autoriza uma liberdade de opinião violadora da ética e da verdade, apenas regula a obrigação de noticiar com isenção os fatos, ante a capacidade corrosiva da mídia subalterna. A rede Globo, por exemplo, fala com 93 milhões de pessoas simultaneamente. É um risco para a democracia permitir que faça o que bem entender. Foi assim que respaldou uma ditadura no Brasil por mais de duas décadas! Regular é cobrar responsabilidades, é dar voz aos que a não possuem, é colocar parâmetros de ética nos veículos que servem até hoje apenas à elite. Basta de golpismo! Regulação da mídia é imperativo. E já! A democracia não pode ser refém de ninguém.

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