CIVIS ASSASSINADOS NA GUERRA SUJA ENTRE ISRAEL E PALESTINA: ASSINE MANIFESTO!


Israel e os Territórios Palestinos Ocupados: A Amnesty International condena o homicídio de civis israelenses.

Condenamos energicamente este ataque deliberado contra civis israelenses, que constitui uma violação grave do direito internacional humanitário e pedimos a todos os grupos armados que ponham fim aos ataques contra civis

A Amnesty International condenou hoje, 7 de março de 2008, os homicídios de oito civis israelenses, quatro deles menores de idade, cometidos por um palestino que disparou contra eles em uma escola religiosa judaica de Jerusalém.

“Condenamos energicamente este ataque deliberado contra civis israelenses, que constitui uma violação grave do direito internacional humanitário”, declarou Malcolm Smart, diretor do Programa para o Oriente Médio e o Norte da África da Amnesty International. “Pedimos que todos os grupos armados ponham fim imediatamente aos ataques contra civis.”

Os oito estudantes encontravam-se na biblioteca da escola quando o palestino, residente em Jerusalém Oriental, disparou contra eles. Segundo a cadeia de televisão do Hizbollah no Líbano, Al Manar, o autor do atentado, que foi atingido quando efetuava os disparos, era um homem armado pertencente a um grupo desconhecido até agora que se intitula “Falange dos Homens Livres da Galiléia – Grupos do Mártir Imad Mughniya e dos Mártires de Gaza”, mas esta informação não foi confirmada. Até agora, nenhum dos grupos armados palestinos ativos nos Territórios Palestinos Ocupados responsabilizou-se pelo atentado.

A Amnesty International também pediu ao governo israelense que se abstenha de responder a estes homicídios de civis israelenses cometidos em Jerusalém com ataques que ponham em perigo civis palestinos .

"Não se deve pôr em perigo, devido ao atentado cometido ontem em Jerusalém, a vida de civis palestinos que não tem nada que ver com ele, nem tampouco devem as forças israelenses submeter a mais castigos coletivos a população dos Territórios Palestinos Ocupados”, declarou Smart.

"As autoridades israelenses devem cumprir o direito internacional humanitário e as normas internacionais de direitos humanos em qualquer medida que tomem em resposta ao atentado da noite passada, embora este tenha sido uma falta de respeito pelos princípios mais fundamentais do direito internacional humanitário”.

"Os abusos de um grupo, por mais graves que sejam, não podem justificar jamais os de outro", explicou Smart.


CONTEXTO

Imad Mughniya, chefe do Hizbollah supostamente implicado em atentados com explosivos cometidos contra a embaixada de Israel e um centro cultural judeu na Argentina, no seqüestro de um avião da TWA em 1985 e em vários seqüestros de pessoas, morreu na explosão de um carro bomba em Damasco em 12 de fevereiro. Ainda ignora-se quem o matou. O governo israelense negou ter relação com o homicídio.

Desde 27 de fevereiro de 2009 morreram em Gaza, por ataques militares israelenses, mais de 100 palestinos, dos quais ao menos a metade era de civis que não participaram dos combates. Enquanto isso, os grupos armados palestinos continuam disparando foguetes contra o sul de Israel, pondo deliberadamente em perigo a vida dos civis israelenses de Sderot, Ashkelon e outras áreas.

Em uma declaração de 2 de março de 2008, a Amnesty International manifestou: “É hora dos líderes do Hamas e da Autoridade Palestina tomarem medidas efetivas para impedir e castigar os ataques contra civis de Israel, mas o fato de não o fazerem não dá direito às autoridades israelenses de lançar imprudentemente ataques aéreos e de artilharia que semeiem a morte e a destruição entre a população civil palestina”.

Clique aqui para assinar manifesto que irá para o Primeiro Ministro de Israel: Atue!

A Vida, como sempre, agradece.

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