DESENCONTRO

Quinta-feira, Novembro 23, 2006


DESENCONTRO



por Paulo R. de A. David



Passou por mim,
como a brisa.
Nem percebeu meu olhar de espanto,
em seu encanto de ser.

Passou leve, como o vôo da gaivota
que corta a vermelhidão do acaso.

Se foi por acaso, nem sei.

Mas se dela fotografei a imagem
e roubei o perfume.
De meu carregou o pensamento
e o sonho.

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